ORIENTAÇÃO VOCACIONAL E DE CARREIRA

A escolha da graduação acadêmica que determina nossa atuação profissional futura é ponto fundamental no PROJETO DE VIDA de uma pessoa. É mais do que identificar uma vocação, baseada em sensações, informações, desejos, influências, etc. É, na verdade, definir com total segurança em que área do conhecimento e das relações humanas deveremos atuar, visando a otimização da felicidade pessoal (satisfação, auto realização e sucesso), alicerçada no desenvolvimento da nossa capacitação intelectual/cultural.

Nesse sentido, o AUTO - CONHECIMENTO avulta com maior ênfase, já que, sem ele, dificilmente poderemos desenvolver, objetivamente, qualquer reflexão amadurecida e confiável, para a determinação dessa escolha. Esse autoconhecimento nada mais é do que a identificação das caracterizações da nossa personalidade comportamental; das nossas maiores competências naturais; dos nossos estilos de ação/reação e enfim, daquele perfil natural e imutável com o qual nascemos e que, embora sensível a ajustamentos e adequações, jamais será mutável na sua essência.

Por outro lado, essa escolha ocorre exatamente em ocasião pouco propícia do nosso ciclo evolutivo, tendo em vista que nossa personalidade ainda sofre os impactos finais da adolescência, não existindo um equilíbrio reflexivo ajustado a uma decisão de tal envergadura, face aos comprometimentos envolvidos.

É neste momento que a participação do País ou responsáveis deve ser mais efetiva, visando dotar o jovem de subsídios confiáveis, para o exercício da escolha da graduação acadêmica.

Com o advento dos Sistemas Informatizados, criaram-se processos de identificação de perfis humanos, baseados em pesquisas protegidas de manipulações (seja do analisado ou do analisador), de tal forma que o diagnóstico permite interpretação fidedigna da realidade individual, mediante utilização de software de última geração, com matrizes de alta performance de inter relacionamento de dados. Esses processos, de fundamentação exclusivamente matemática, foram inicialmente aplicados nos programas de orientação ao desenvolvimento de carreira de executivos, obviamente já encaminhados profissionalmente, ficando demonstrado que poderiam ser altamente eficazes na ORIENTAÇÃO VOCACIONAL, pois evitariam desvios muito comuns entre graduação acadêmica e exercício profissional.

Nossa experiência de 45 anos em análises de comparatividade entre perfis pessoais/profissionais com os requeridos por cargos e funções, nos conduziram ao desenvolvimento do IMA – Integrated Management Assessment, apoiado em três “ferramentas”: GRAFOLOGIA, ANÁLISE CURRICULAR/ENTREVISTA INDIVIDUAL e software de identificação comportamental (PDP – PROFESSIONAL DYNAMETRIC PROGRAMS).

A associação entre a Grafologia e o PDP revelou-se com excelente compatibilidade, tendo em vista que a Grafologia apóia-se na interpretação de manifestação do Sistema Nervoso Central (grafia), e o PDP em diagnóstico informatizado e padronizado estatisticamente, sobre amostragem superior a hum milhão de pessoas, com precisão acima de 95%. A utilização bem sucedida do IMA, nos últimos 15 anos, justificou sua aplicabilidade junto a jovens pré– universitários, no sentido de permitir, com grande precisão, as opções profissionais futuras MAIS ADEQUADAS ÀS SUAS POTENCIALIDADES NATURAIS. Atualmente algumas centenas de pré – universitários de importantes colégios de São Paulo (Mackenzie, Miguel de Cervantes, Bandeirantes, Objetivo, Etapa, Dante Alighieri, Porto Seguro, Santa Cruz, Santo Américo) e outros, já se beneficiaram com esse processo. A identificação das alternativas profissionais mais compatíveis com cada perfíl, permitem a visualização, com excelente grau de precisão, dos cursos universitários mais adequados com a realidade de cada um.

Note-se que estamos estabelecendo uma condição orientativa, que não está alicerçada em pesquisas psicológicas, mas, e tão somente, em processos ESTATÍSTICOS/MATEMÁTICOS/GRAFOLÓGICOS, respaldados por interesses e aptidões identificados por entrevistas individuais com o vestibulando e seus Pais ou responsáveis. Por outro lado, trata-se de um sistema totalmente aberto à crítica do analisado, mediante visualização descritiva e gráfica do diagnóstico conclusivo, cujo foco não “engessa” a opção para uma área específica do conhecimento humano (Ciências Exatas, Humanas ou Biológicas), mas, pelo contrário, pode até apontar possibilidades alternativas entre as diversas áreas. Esta opção final certamente será definida por um conjunto de fatores e predileções pessoais, sejam elas de caráter intelectual, de habilidades preferenciais, de melhor adaptabilidade, etc.

 

RUBENS  PANELLI

Especialista em Orientação Vocacional e de Carreira Profissional

Coordenador de Projetos

GRUPO EXECUTIVES – (11) 4153.3941 – (11) 9 9227.3115

» VOLTAR